terça-feira, 10 de agosto de 2010

arcaico como tudo

arcaico como orvalho congelado
reprodução de tantos ares
tantas águas de nuvens quantas posso lembrar

arcaico como quem quer tudo
e no fim nada alcança

morre na ponta dos pés,
tocando um pedaço de céu imaginário

esta não sou eu,
veja bem,
apenas uma extensão
do que nem sempre quero

2 comentários:

  1. e o "ar cai"?
    tá lindo as suas escritas nega

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  2. Lindos poemas, Carol!
    Não sabia que além do teatro também era dedicada ao mundo literário!

    Passei a seguir! Virei ler com mais cuidado em breve!
    Beijos, de sua prima distante,
    Ana Paula Kinas Tavares (Ana Kita).

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